Mostrando postagens com marcador contentamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador contentamento. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Não criar necessidades desnecessárias - Paz no dia a dia 2/8 (Prana Yoga Journal - maio 2009)

Distinguir entre desejo e necessidade - isso minimiza o foco na carência e permite valorizar o que temos - sejam bens materiais, talentos, afetos, companhias e oportunidades para sermos úteis/benéficos a nossos semelhantes.
Aparigraha (desapego)

Santosha (contentamento)

No escopo do yoga, seria combinar a farinha de aparigraha (desapego) com o leite de santosha (contentamento).
Lia Diskin, escritora, conferencista e cofundadora da Associação Palas Athena

Forte abraço a todos!
Sejamos desapegados e contentes, vamos assimilando estes valores e esta conduta do yoga.
Om Shanti _/\_

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Flexibilidade

“Aquele que é capaz de moldar-se vale seu peso em ouro. Seja elástico em sua natureza. Curve-se, e você não se quebrará. Não permaneça apegado à sua velha natureza, evite o sofrimento. Abandone sua concha e abra-se para novas influências. Então, uma nova forma real surgirá. Seu relacionamento com os outros se tornará fácil. Todos se sentirão confortáveis na sua companhia”.
Brahma Kumaris

S    e    j    a          F   L  E   X  Í    V   E   L!

Forte abraço!
Namastê!

terça-feira, 26 de março de 2013

Falatório da mente e da boca

Assisti um filme esta semana que, só não me surpreendeu totalmente porque já tinha lido um post sobre ele em um blog, mas, que me trouxe emoções realmente não esperadas.
Fiquei pensando o que fez vir a tona tamanha emoção, e, confesso: acho que tocou em um ponto que venho trabalhando há algum tempo em minha vida, meu falatório, de mente e de boca.
O filme é As mil palavras, com Eddie Murphy, onde um publicitário que tem o talento de convencer as pessoas através do seu falatório, na verdade  não um talento mas a "manha", a "malandragem" de convencer seus clientes, suas relações pessoais e estranhos.
Até que ele precise economizar palavras, por conta de uma arvore que perde uma folha pra cada palavra que ele fale, levando a certeza que as folhas caindo todas, ele perderá a vida.

Ri muito e...chorei muito, sim, chorei.
Pois que é muito difícil você deixar de fazer algo que faz continuamente e espontaneamente  quase por um vicio ou ter de passar a fazer algo que pra você seria algo completamente fora da sua rotina e natureza, obrigatoriamente e, ainda, para sobreviver.
No caso dele, o silencio.
Mas não é só isto, para sua sobrevivência  tem de entender porque está acontecendo aquilo e o que precisa ser feito pra aquilo retroagir, pra voltar ao estado "natural", ops, e quem falou que algo volta ou retroagi?


A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original
Albert Eistein


A partir do momento que algo começa a acontecer (e mudar) na sua vida, cabe a você entender o movimento, se deixar levar e fazer o seu melhor.
No filme, ao entender o que estava trazendo aquilo, e foi apenas depois que ele cessou seu falatório obrigatoriamente, ele AGIU se "arriscando" a AMAR o outro, a ser VERDADEIRO com o outro, a ser COMPASSIVO e a, finalmente e não menos importante (muito pelo contrário), a PERDOAR seu passado, a si mesmo e ao outro.
Acho que foi o risco mais seguro que ele poderia correr...rs - de um jeito suave, direto e lindo.
Gente, o foco aqui destoou, desculpe, mas sou assim...começo a falar de algo, tendo um objetivo e de repente, puf! A mensagem se multiplica, então vamos lá:
Enxerguei que muitas pessoas (e me incluo aí), em alguns momentos, fala e fala e fala superficialmente, ou seja, nada está no intimo, por diversas vezes todo o falatório não traz a tona suas verdades, as vezes, amigos, falamos pra preencher o vazio...mas, porque temos que preencher o vazio?
Foi no silencio que o personagem conseguiu ver que carregava um trauma (quantos traumas carregamos, quantas cascas temos que tirar?) que tinha que ser resolvido, que talvez era neste trauma que residia todas as outras inverdades que ele passava através de seu falatório diário.
Ao mesmo tempo, a estória e a historia, mostra que não precisamos encontrar um grande trauma para silenciarmos e/ou para identificarmos que nosso falatório diário é inútil, superficial e inverídico. Mas basta observarmos, nos observarmos e trazer VERDADE para a nossa rotina, atras desta verdade, como uma mágica, vem CONTENTAMENTO - pois que ficamos felizes e satisfeito quando somos livres para agir com nossa verdade, AMOR - contentamento e verdade nunca é separado de amor e PERDÃO - caso tenha algo a ser perdoado, a essa altura, já foi... espontaneamente.

Tem uma cena onde ele gargalha muuuito, de uma maneira falsa, e ele enxerga saindo da sua boca muitas folhas de uma forma agressiva até...e é exatamente como enxergo as vezes em que estou falando disparadamente coisas que não vão a lugar nenhum, por motivos esdrúxulos ..na hora do filme é engraçado, mas, analisei e pensei...quanta bobagem a gente fala!
O meu ponto sendo trabalho consiste em silenciar, tão difícil ..mas que tem avançado, no filme quando vi a carinha do personagem, injuriado por ainda não conseguir...me vi.
Quando vi ele enfrentando seus defeitos de uma maneira corajosa...chorei.

Queridos, silenciar é preciso para nos ouvirmos. Precisamos transformar nosso falatório em ações, e ainda, aprender a falar mais com o coração.
Falei muito?!?! rs
Forte abraço!
Namaskar.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

"Quem tem o minimo de sensibilidade, não precisa do currículo ou de informações mil de alguém pra saber do outro, mas, basta olhar a vida da pessoa.
O que está fora, está dentro." (ultimo módulo de Formação de Iyengar Yoga 2012)

Meu corpo, nesta segunda feira, cheio de Prana (energia vital)...fecho 2012 na Formação, como se este último módulo fosse o primeiro, muita emoção, sensações novas (acho que mais sutis, finalmente) e a certeza do caminho - sem fazer destas palavras um clichê.
Sinto-me como que confirmado que estou no caminho certo, agora em uma fase nova de consciência  estudos ainda mais profundos e necessidade mais do que nunca da prática diária e intensa.
Estou animada, re-animada na verdade.
Com os músculos ainda mais próximos dos ossos e as Nadis equilibradas, dentro da proporção é claro!
Com a informação ainda mais firme de que o Yoga tem de estar dento do corpo, de termos que ser o asana na pratica, fazê-lo de forma inteira e não apenas com o corpo de forma densa ou bruta.
Tivemos um módulo aparentemente igual os outros, mas não pra mim: foi um marco neste trajeto, um fim de semana emocionado, desintoxicante e revigorante, muito mais que os demais módulos.
Caíram algumas fichas, de que não é na força que vou avançar, mas na constância  de dedicação e no amor a pratica; de que não é cobiça minha, quando busco ter o minimo pra poder me dedicar ao meu objetivo maior que é cuidar das pessoas (e de mim) com maestria e principalmente caiu a ficha que hoje consigo sentir qual é o lado do meu corpo que precisa ser mais trabalhado (isto mesmo, finalmente pude ver com clareza este ponto).
Imagem de um dos módulos da Formação - Cris e euzinha
Aahhh e como é bom constatar que vc não estuda um método 3 anos sem chegar a lugar algum, mas que 3 anos é (realmente) o minimo necessário.
Estou MUITO feliz e esperançosa!!!
Como compartilha minha mestra Analu Matsubara: é real, existe muito mais por baixo da superfície - mais ou menos assim, estou passando apenas o meu entendimento rs.
Forte abraço a todos!!!
Namaskar.

terça-feira, 27 de março de 2012

7/15 – Alegria, alegria

Um dos objetivos do yoga é conseguir cessar o fluxo continuo de pensamentos, que faz com que percamos o foco do que realmente é importante. “Quando atingimos esse estado, é possível sentir durante alguns segundos uma indescritível sensação de felicidade”, constata a professora paulista Ana Borella. “É um estado de contentamento que não depende de fatores externos ou de outra pessoa e está intimamente relacionado com a paz interior e com a alegria do praticante.”

Bons Fluidos – maio/2009

Gosto muito de contar o que aconteceu e acontece comigo, acho que o que mais vale é a experiência, seus momentos, sua “experimentação”...
Quando comecei a praticar yoga em um clube aqui de Pinda, não conseguia ir a noite e então optei por fazer de manhazinha, as 6:30h da manhã....Isto mesmo: as 6:30 da “matina”.
Eu acordava meio preguiçosa, deixava tudo arrumado e saía 6:10h de casa (interior né?!?) chegava na aula, ainda um pouco preguiçosa mas cheia de boa vontade.
Lá estava a Professora Débora Rey, hoje minha amiga super poderosa, e mais “meia dúzia de gato pingado” presentes – uns quatro ou cinco alunos, tah, as vezes três só...rsrs – A hora não ajudava muito, mas ainda acho o melhor horário.
Praticava sob a batuta maravilhosa da Deh, contava uns mantras e ia direto para o trabalho...com uma alegria no coração que não me deixava parar de cantar os mantras ou outro tipo de canção enquanto me dirigia para o trabalho.
E, sabem? Achava que era alegria de estar fazendo algo por mim, alegria de estar praticando yoga, conseguindo abrir este espaço pra minha pessoa...afinal: eu havia me achado e estava cuidado de mim.

Hoje entendo, não eram só estes os motivos essenciais, mas, era o efeito contentamento da pratica, nestes momentos consigo cessar o fluxo de pensamentos e sentimentos externos e é tão bom estar em minha companhia, é tão bom se conscientizar que posso separar o joio do trigo e melhor ainda: O TRIGO, neste caso, FICA DENTRO DA GENTE!

Também tenho que registrar aqui que já pratiquei em alguns workshops com a Professora Ana Borella que fala acima no comentário – a ela muito respeito, consideração e gratidão.

Com o tempo e pratica você passa a saber, a ter certeza, que a felicidade está dentro mesmo – não é força de expressão.
“Yoga é a chave de ouro com a qual destrancamos a porta para a paz, tranquilidade, e alegria.” B.K.S. Iyengar
E a alegria continua...e ainda vicia, muito bom!
Vamos praticar?
Forte abraço.
Namaskar.