Dois meses de Yoga, praticado duas vezes na semana com um yogaterapeuta, pode melhorar o equilíbrio e a pressão arterial de vítimas de derrame, segundo novo estudo patrocinado pelo Departament of Veterans Affairs nos EUA.
Os pacientes do estudo, que fizeram posturas, técnicas de relaxamento e meditação por oito semanas, estavam céticos de início, diz a coordenadora da pesquisa Arlene A.Schmid.
Ao final, quando a maioria dos participantes mostrou melhoras significativas no equilíbrio e menos medo de cair, "eles falavam como todo mundo deveria fazer yoga," ela diz.
Pílula publicada na, hoje extinta, Yoga Journal Brasil - mar/abr 2014
Forte abraço! Namaste
Se você observar o mar, vai ver que a vida é mutante como a cidade. Ninguém pode nos rotular. Perder, ganhar, deixar rolar - intensidade agora em algo novo. A vida tem que se renovar.
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terça-feira, 5 de julho de 2016
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Encontro junho Gerar ConsCiência
Com certeza você já ouvir falar sobre "Parto Humanizado" e o quanto algumas mulheres/casais vem fazendo essa escolha para trazer seu bebê ao mundo. Mas afinal, o que é um Parto Humanizado? É um tipo de parto? Tem que ser na água? Só pode ser domiciliar? Sem anestesia?
Vamos conversar sobre essas e outras dúvidas dia 25/06 (quinta) às 19:30 no Espaço Papo de Yoga - Pindamonhangaba.
Mais informações:
Este encontro acontece todas as últimas quintas feiras do mês, aqui na nossa sala!
Tudo de bom!
Forte abraco🙏🏻❤️
Namaste.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Estudo do livro...
Na nossa sala tem acontecido o estudo do livro, trata-se de nos reunirmos duas vezes no mês, aos sábados para estudarmos juntos o livro "Autobiografia de um Iogue" do querido Paramahansa Yogananda.
Tem sido momentos maravilhosos, já que nosso professor e mediador é o Clovis, um apaixonado por este livro e Guru, apaixonado e estudioso, tira lições barbaras e inimagináveis para uma leitura solitária.
O próximo encontro será no sábado dia 15 de novembro, sempre as 8h30 e sempre aqui no nosso espaço de prática.
Estamos nos capitulos 10: Encontro meu mestre, Sri Yuktéswar e 11: Dois jovens sem dinheiro em Brindában.
Tem sido momentos maravilhosos, já que nosso professor e mediador é o Clovis, um apaixonado por este livro e Guru, apaixonado e estudioso, tira lições barbaras e inimagináveis para uma leitura solitária.
O próximo encontro será no sábado dia 15 de novembro, sempre as 8h30 e sempre aqui no nosso espaço de prática.
Estamos nos capitulos 10: Encontro meu mestre, Sri Yuktéswar e 11: Dois jovens sem dinheiro em Brindában.
Se voce ainda não tem o livro, ele está disponível também em arquivo pdf na Internet...mas se voce não conseguir ler até o dia, não se preocupe, as lições dos comentários são de uma riqueza que vale demais sua presença.
"Um diamante terá o menos valor só por estar coberto de lama?
Deus vê a beleza imutável da sua alma.
Ele sabe que nós não somos os nosso erros."
Deus vê a beleza imutável da sua alma.
Ele sabe que nós não somos os nosso erros."
Paramahansa Yogananda
Venha e seja muito bem vindo!
Forte abraço!
Namastê.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Colocar o sagrado no cotidiano - Paz no dia a dia 6/8 (Prana Yoga Journal - maio 2009)
Fique de frente a um altar na sua casa que tenha imagens ou símbolos, velas, incensos, flores e frutas e peça com devoção que essa força maior ilumine seu dia, seu caminho, que proteja seu coração e sua mente e que traga inspiração para que seu dia seja cheio de boas atitudes e bons pensamentos.
Assim que chegar da rua, volte lá no seu altar e agradeça por mais um dia.
Este é um hábito que tenho há alguns anos e acho que dessa forma é possível cultivar a paz no seu coração.
Kathy Lobos, professora de professora de Vinyasa Flow.
Imagem daqui
Podemos fazer um puja diário no altar que temos em casa, este altar pode ser físico, mental e/ou espiritual. Especialmente um altar físico não nos deixa esquecer nossas crenças e nossa fé, seja em que momento for.
Hoje a imagem não só faz alusão ao tema, mas também homenageia nossa mãe, Iemanja, rainha do mar, Odoiyá!
Forte abraço.
Namastê _/\_
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Amado Pai _/\_
"Amado Pai, quaisquer que sejam as condições que eu tenha que enfrentar, sei que elas representam o próximo degrau na minha evolução.
Aceitarei de bom grado todos os testes, porque sei que dentro de mim estão a inteligência para compreender e o poder para superar."
Paramahansa Yogananda, "Meditações Metafísicas"
Sigamos em frente!
Forte abraço.
Namaskar _/\_
imagem daqui - Balasana
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Tome uma atitude EFICAZ - Sonia Café
É chegado o momento de obter o resultado necessário.
A eficácia está sempre presente quanto estamos prontos a seguir o propósito maior da nossa vida.
A eficácia está sempre presente quanto estamos prontos a seguir o propósito maior da nossa vida.
terça-feira, 26 de março de 2013
Falatório da mente e da boca
Assisti um filme esta semana que, só não me surpreendeu totalmente porque já tinha lido um post sobre ele em um blog, mas, que me trouxe emoções realmente não esperadas.
Fiquei pensando o que fez vir a tona tamanha emoção, e, confesso: acho que tocou em um ponto que venho trabalhando há algum tempo em minha vida, meu falatório, de mente e de boca.
O filme é As mil palavras, com Eddie Murphy, onde um publicitário que tem o talento de convencer as pessoas através do seu falatório, na verdade não um talento mas a "manha", a "malandragem" de convencer seus clientes, suas relações pessoais e estranhos.
Até que ele precise economizar palavras, por conta de uma arvore que perde uma folha pra cada palavra que ele fale, levando a certeza que as folhas caindo todas, ele perderá a vida.
Ri muito e...chorei muito, sim, chorei.
Pois que é muito difícil você deixar de fazer algo que faz continuamente e espontaneamente quase por um vicio ou ter de passar a fazer algo que pra você seria algo completamente fora da sua rotina e natureza, obrigatoriamente e, ainda, para sobreviver.
No caso dele, o silencio.
Mas não é só isto, para sua sobrevivência tem de entender porque está acontecendo aquilo e o que precisa ser feito pra aquilo retroagir, pra voltar ao estado "natural", ops, e quem falou que algo volta ou retroagi?
A partir do momento que algo começa a acontecer (e mudar) na sua vida, cabe a você entender o movimento, se deixar levar e fazer o seu melhor.
No filme, ao entender o que estava trazendo aquilo, e foi apenas depois que ele cessou seu falatório obrigatoriamente, ele AGIU se "arriscando" a AMAR o outro, a ser VERDADEIRO com o outro, a ser COMPASSIVO e a, finalmente e não menos importante (muito pelo contrário), a PERDOAR seu passado, a si mesmo e ao outro.
Acho que foi o risco mais seguro que ele poderia correr...rs - de um jeito suave, direto e lindo.
Gente, o foco aqui destoou, desculpe, mas sou assim...começo a falar de algo, tendo um objetivo e de repente, puf! A mensagem se multiplica, então vamos lá:
Enxerguei que muitas pessoas (e me incluo aí), em alguns momentos, fala e fala e fala superficialmente, ou seja, nada está no intimo, por diversas vezes todo o falatório não traz a tona suas verdades, as vezes, amigos, falamos pra preencher o vazio...mas, porque temos que preencher o vazio?
Foi no silencio que o personagem conseguiu ver que carregava um trauma (quantos traumas carregamos, quantas cascas temos que tirar?) que tinha que ser resolvido, que talvez era neste trauma que residia todas as outras inverdades que ele passava através de seu falatório diário.
Ao mesmo tempo, a estória e a historia, mostra que não precisamos encontrar um grande trauma para silenciarmos e/ou para identificarmos que nosso falatório diário é inútil, superficial e inverídico. Mas basta observarmos, nos observarmos e trazer VERDADE para a nossa rotina, atras desta verdade, como uma mágica, vem CONTENTAMENTO - pois que ficamos felizes e satisfeito quando somos livres para agir com nossa verdade, AMOR - contentamento e verdade nunca é separado de amor e PERDÃO - caso tenha algo a ser perdoado, a essa altura, já foi... espontaneamente.
Tem uma cena onde ele gargalha muuuito, de uma maneira falsa, e ele enxerga saindo da sua boca muitas folhas de uma forma agressiva até...e é exatamente como enxergo as vezes em que estou falando disparadamente coisas que não vão a lugar nenhum, por motivos esdrúxulos ..na hora do filme é engraçado, mas, analisei e pensei...quanta bobagem a gente fala!
O meu ponto sendo trabalho consiste em silenciar, tão difícil ..mas que tem avançado, no filme quando vi a carinha do personagem, injuriado por ainda não conseguir...me vi.
Quando vi ele enfrentando seus defeitos de uma maneira corajosa...chorei.
Queridos, silenciar é preciso para nos ouvirmos. Precisamos transformar nosso falatório em ações, e ainda, aprender a falar mais com o coração.
Falei muito?!?! rs
Forte abraço!
Namaskar.
Fiquei pensando o que fez vir a tona tamanha emoção, e, confesso: acho que tocou em um ponto que venho trabalhando há algum tempo em minha vida, meu falatório, de mente e de boca.
O filme é As mil palavras, com Eddie Murphy, onde um publicitário que tem o talento de convencer as pessoas através do seu falatório, na verdade não um talento mas a "manha", a "malandragem" de convencer seus clientes, suas relações pessoais e estranhos.
Até que ele precise economizar palavras, por conta de uma arvore que perde uma folha pra cada palavra que ele fale, levando a certeza que as folhas caindo todas, ele perderá a vida.
Ri muito e...chorei muito, sim, chorei.
Pois que é muito difícil você deixar de fazer algo que faz continuamente e espontaneamente quase por um vicio ou ter de passar a fazer algo que pra você seria algo completamente fora da sua rotina e natureza, obrigatoriamente e, ainda, para sobreviver.
No caso dele, o silencio.
Mas não é só isto, para sua sobrevivência tem de entender porque está acontecendo aquilo e o que precisa ser feito pra aquilo retroagir, pra voltar ao estado "natural", ops, e quem falou que algo volta ou retroagi?
A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original
Albert Eistein
A partir do momento que algo começa a acontecer (e mudar) na sua vida, cabe a você entender o movimento, se deixar levar e fazer o seu melhor.
No filme, ao entender o que estava trazendo aquilo, e foi apenas depois que ele cessou seu falatório obrigatoriamente, ele AGIU se "arriscando" a AMAR o outro, a ser VERDADEIRO com o outro, a ser COMPASSIVO e a, finalmente e não menos importante (muito pelo contrário), a PERDOAR seu passado, a si mesmo e ao outro.
Acho que foi o risco mais seguro que ele poderia correr...rs - de um jeito suave, direto e lindo.
Gente, o foco aqui destoou, desculpe, mas sou assim...começo a falar de algo, tendo um objetivo e de repente, puf! A mensagem se multiplica, então vamos lá:
Enxerguei que muitas pessoas (e me incluo aí), em alguns momentos, fala e fala e fala superficialmente, ou seja, nada está no intimo, por diversas vezes todo o falatório não traz a tona suas verdades, as vezes, amigos, falamos pra preencher o vazio...mas, porque temos que preencher o vazio?
Foi no silencio que o personagem conseguiu ver que carregava um trauma (quantos traumas carregamos, quantas cascas temos que tirar?) que tinha que ser resolvido, que talvez era neste trauma que residia todas as outras inverdades que ele passava através de seu falatório diário.
Ao mesmo tempo, a estória e a historia, mostra que não precisamos encontrar um grande trauma para silenciarmos e/ou para identificarmos que nosso falatório diário é inútil, superficial e inverídico. Mas basta observarmos, nos observarmos e trazer VERDADE para a nossa rotina, atras desta verdade, como uma mágica, vem CONTENTAMENTO - pois que ficamos felizes e satisfeito quando somos livres para agir com nossa verdade, AMOR - contentamento e verdade nunca é separado de amor e PERDÃO - caso tenha algo a ser perdoado, a essa altura, já foi... espontaneamente.
Tem uma cena onde ele gargalha muuuito, de uma maneira falsa, e ele enxerga saindo da sua boca muitas folhas de uma forma agressiva até...e é exatamente como enxergo as vezes em que estou falando disparadamente coisas que não vão a lugar nenhum, por motivos esdrúxulos ..na hora do filme é engraçado, mas, analisei e pensei...quanta bobagem a gente fala!
O meu ponto sendo trabalho consiste em silenciar, tão difícil ..mas que tem avançado, no filme quando vi a carinha do personagem, injuriado por ainda não conseguir...me vi.
Quando vi ele enfrentando seus defeitos de uma maneira corajosa...chorei.
Queridos, silenciar é preciso para nos ouvirmos. Precisamos transformar nosso falatório em ações, e ainda, aprender a falar mais com o coração.
Falei muito?!?! rs
Forte abraço!
Namaskar.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 5 de maio de 2011
28 Bons relacionamentos
O amor pode não conquistar tudo, mas certamente pode ajudar na cura. Cultivar o suporte emocional de amigos, familiares e da comunidade vem sendo repetidamente comprovado por melhorar a saúde e a cura. Uma prática regular de Yoga pode aumentar a amizade, a compaixão e a equanimidade. Juntamente com a filosofia yóguica de evitar fazer o mal aos outros, dizer a verdade e falar somente o necessário pode ajudar muitos dos seus relacionamentos. PYJ - dez/08
Forte abraço!
Namaskar.
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