Mostrando postagens com marcador prática. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prática. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de abril de 2017

TAPAS É SER MAIS FORTE QUE AS PRÓPRIAS FRAQUEZAS - Pedro Kupfer

Este título nos lembra o propósito dessa prática, por vezes mal compreendida, que é o tapas. Tapas é uma palavra sânscrita que deriva detap, que significa “tornar-se ardente”. O termo usado para dizer chama ou brilho, tejas, vem da mesma raiz. Ou seja: na palavra tapas temos embutida as ideias de luz, calor, fogo ou radiância, símbolos que nos lembram a importância da motivação ao realizar quaisquer ações.
Tapas é o terceiro preceito de conduta dos niyamas, o segundo grupo de recomendações dadas pelo sábio Patañjali no Yoga Sutra. Embora possamos de fato traduzir tapas corretamente como disciplina ou austeridade, uma tradução mais exata seria “esforço sobre si mesmo”.
Yoga é um dos caminhos que complementam o autoconhecimento, no processo que conduz à liberdade, moksha. Sendo este um caminho essencialmente prático, muito facilmente tendemos a pensar que devemos seguir regras para realizá-lo. Como uma dessas “regras”, evidentemente seria fazer tapas, podemos cair na armadilha de achar que devemos nos forçar na prática até que as coisas comecem a fluir de maneira mais fácil e espontânea.
 O método.
Embora um esforço seja realmente necessário ao praticar (assim como para realizar qualquer outra ação), devemos aplicar o bom-senso para compreender exatamente o que significa fazer tapas. O curioso é que praticar tapas tem menos a ver com seguir regras e mais a ver com descobrir em si mesmo a real motivação para praticar. Pessoalmente, não gosto da palavra disciplina. Disciplina me lembra regras a serem seguidas mecanicamente e, muitas vezes, contra a própria vontade.
Tapas é perceber as limitações provocadas por crenças ou hábitos mecânicos – as tais “fraquezas” mencionadas no título, e ser capaz de crescer através delas. No entanto, ao invés de olhar para essas limitações como um monstro de sete cabeças, posso ver a possibilidade do crescimento como um jogo.
Essa mudança de perspectiva me leva a ter uma atitude mais afirmativa, mais leve e menos solene em relação ao que significa auto-superação, já que não vejo a disciplina como uma tábua de salvação, nem os obstáculos a serem superados como forças superiores às minhas próprias.
Praticar tapas, nesse contexto, torna-se uma atividade estimulante e desafiadora, independentemente do tipo de prática que estivermos fazendo, pois nasce da motivação e do foco no objetivo primordial, que é a possibilidade de conhecer a si mesmo como alguém livre de quaisquer limitações e, portanto, pleno e feliz.
Quando esse meu objetivo não está suficientemente claro, perco com facilidade o foco e a concentração, e o tapas se dilui. Se não souber exatamente o que busco com a prática, naturalmente a motivação se perde e, distraidamente, buscarei outra atividade mais “estimulante”.
 Pranayama e surf.
Gosto de ver o tapas como um desafio-brincadeira, no sentido que, como praticante, eu poderia escolher, ou não, realizar uma determinada ação. Por exemplo, numa prática de pranayama (respiratórios), temos a possibilidade de reter o ar. “Vamos ver o que acontece se permaneço mais alguns segundos com os pulmões cheios, antes de expirar”, pode propor o praticante para ele mesmo.
Expandir a prática neste caso seria, usando o bom-senso, observar os limites reais da capacidade pulmonar e realizar a ação de superar o padrão respiratório mecânico ou vegetativo, mas sempre com o cuidado de não se violentar. Nesse sentido, cabe lembrar que, com toda a importância que otapas possa ter ele é, fundamentalmente, uma expressão de ahimsa, a não-violência, que é a regra de ouro e o pilar de todas as práticas do Yoga, dentro ou fora da sala.
O mesmo acontece noutras situações da vida real. Um surfista, naturalmente, começa sua relação com o mar escolhendo ondas não muito fortes, que sejam, digamos assim, “gerenciáveis” pelas suas próprias forças e habilidades. Com o tempo e a repetição vem a experiência. Com a experiência vem a confiança e, junto com ela, a capacidade de investigar e expandir os limites, indo para além daquilo que, por exemplo, o medo pode nos indicar como sendo o tamanho limite de uma ondulação que escolhemos surfar.
Assim, ao completar de maneira bem sucedida uma onda, o surfista pensa: “bom, se não caí nesta, posso escolher outra um pouco maior ou um pouco mais cavada”. Não obstante, se ele se deixar dominar pelo medo, não irá se dar a chance de investigar e expandir aquilo que sua crença limitante possa estar lhe mostrar como sendo o limite.
 Ousadia.
Na Antiguidade, Colunas de Hércules era o nome dado aos dois promontórios a ambos os lados do  Estreito de Gibraltar, que separavam o então familiar mar Mediterrâneo do ignoto e potencialmente perigoso Oceano Atlântico. Sobre elas, Hércules, o herói grego, hasteou uma bandeira com a frase non plus ultra, que significa “não [ir] mais além”, indicando que aquele era o fim do mundo e que ninguém deveria ousar investigar o que havia depois daquele ponto. O Imperador Carlos V, depois da descoberta do Novo Mundo, colocou no escudo da Espanha uma modificação dessa frase que era um sinal dos tempos novos que haviam começado, bem como da expansão das fronteiras do mundo conhecido: plus ultra, ou “mais além”.
Talvez o surfista possa ultrapassar os limites impostos por seus medos e descobrir possibilidades impensadas dentro do mar. Talvez exista um mundo inteiro para ser descoberto dentro de você mesmo, tendo o tapas como guia e a liberdade como objetivo. É só uma questão de tentar, e estar disposto a crescer através e para além das próprias fraquezas. 

Boas práticas!
Namaste!
Publicado originalmente na revista Prana Yoga Journal: www.eyoga.com.br 
imagem: Google

    quarta-feira, 1 de maio de 2013

    12/15 – Calmante natural

    Respiração e estado da mente se relacionam. Esse conhecimento milenar fundamenta o corriqueiro ato de inspirar e expirar como uma técnica para aquietar os pensamentos. Essa parceria a própria natureza se encarregou de unir em nosso corpo. “No cérebro, o centro que controla a respiração está localizado ao lado do que regula as emoções”, assinala o professor de yoga Marcos Rojo Rodrigues, da Universidade de São Paulo. Outra conseqüência importante: além de livrar a mente do turbilhão de ruídos internos, a respiração ajuda a equilibrar as emoções e a manter a saúde em dia.
    Bons Fluidos – maio/2009

    Estamos falando aqui de Pranayama, o quarto estagio do Yoga, o quarto "anga". 
    Neste sentido segue um  trecho do Livro "A luz da Yoga" - Uma edição concisa do clássico de B.K.S.Iyengar LIGHT ON YOGA:
    Pranayama. Assim como a palavra "ioga" é muito importante, também o é a palavra "prana", que siginifica "fôlego", "respiração", "vida", "vitalidade", "vento", "energia" ou "força". Também denota a alma em oposição ao corpo. O termo geralmente é usado no plural para indicar os sopros vitais. "Ayama" significa "comprimento", "expansão", "distenção" ou "limitação". Pranayama denota, portanto, a extensão da respiração e seu controle. (...) Pranayama é, pois, a ciencia da respiração. É o eixo em torno do qual gira a roda da vida. 
    "Assim como os leões, os elefantes e os tigres são domados lenta e cautelosamente, o prana deve ser controlado muito lentamente, em gradação proporcional à capacidade e às limitações físicas de cada  um. De outro modo, isso matará o praticante", adverte a Hatha-ioga Pradipika (cap. II, vers.16).

    quinta-feira, 1 de novembro de 2012

    10/15 – Coração em paz

    Manter o bom humor em dias de muita agitação e embaraços não é fácil. Domar a irritação nas horas em que você só pensa em fugir do mapa também é complicado. Apesar da pratica do yoga não transformar sua vida num mar de rosas, ela é bastante eficiente para enfrentar os momentos difíceis. “O controle para executar as posturas cria uma atitude interna equivalente, que se reflete nas emoções e na mente”, explica a professora de yoga paulista Ana Paula Bragaglia. “Ao buscar equilíbrio e conforto nas posturas, o praticante geralmente introjeta essas sensações e o novo conhecimento perpassa sua rotina.”
    Bons Fluidos – maio/2009

    O estresse é algo positivo na vida de hoje, aquele que fica ileso do estresse pode arrisca-se a cair em uma inércia.
    Você deve estar se perguntando: mas, como assim? O estresse bom?? Pois é, o estresse é aquele mecanismo do corpo que faz com que você tome as devidas providencias em caso de emergência, em caso de necessidade de fuga. Logo: é necessário.
    O que acontece de negativo é que hoje a “necessidade de fuga” e a “emergência” acontecem a todo momento, a cada 5 minutos o corpo recebe uma descarga elétrica avisando que ele deve fugir...haja saúde pra tudo isto.

    O Yoga ajuda o corpo a receber estas cargas e neutralizá-las, ajuda a controlar ou a amortizar as conseqüências do stress sobre a nossa saúde.

    As posturas de yoga ajudam a manter a estabilidade em momentos de dificuldade e mesmo em face de acontecimentos catastróficos. Quando a estabilidade se converte num hábito, seguem-se a maturidade e a clareza. - Instr. de Iyengar Yoga Vera Andrade - São José dos Campos - SP
                        Forte abraço! Namaskar _/\_

    quarta-feira, 11 de julho de 2012

    Simples assim

    Estava lendo agora no blog Tree of Yoga , em resumo, sobre simplicidade.
    Porque estamos sempre atrás de diversificar ao extremo? porque estamos sempre atrás de variar o tempo todo?
    Não chegamos nem na metade da maestria de algo e já queremos mudar, o mundo pede que variemos e que nos tornemos extravagantes, sempre mais e mais.
    No texto ela conta sobre um cavalo que ganhou na infancia e que este não gostava que ela treinasse variavelmente, porem a escritora (yogini) conta que queria treinar e treinar sempre o melhor, saltos mirabolantes, se preocupava mais em chegar a uma equitação perfeita do que estar com seu cavalo, presente, conclusão: em um treino, aconteceu uma queda e com isto teve que voltar no inicio de tudo, na conquista ao seu animal para reiniciar.
    Com este texto (curto e sucinto) entendi ainda mais as praica de Iyengar, quando estamos sempre lapidando os asanas básicos, sempre treinando "muito do mesmo".

    Reproduzo aqui o mais importante do texto, e da lição aprendida, que li hoje:
    O melhor yoga que eu faço é o mais simples. As posturas que eu aprendi quando comecei a minha prática. Com a prática vem a clareza e a remoção das camadas de tinta antiga para encontrar o verdadeiro brilho da madeira por baixo. Trikonasana feito com integridade, espaço, silêncio e respiração é uma das coisas mais doces que eu sei. É tão simples você mergulhar para encontrar camada por camada de solo rico. Tudo isso leva ao mesmo lugar - a verdade de quem você é.

    As vezes me sinto repetitiva em minhas práticas, tento até diversificar iniciando praticas de outros asanas e até paranyamas, mas quando retorno ao asanas básicos, vejo que preciso remover muitas camadas ainda, o brilho ainda está escondido - e as vezes aparece :).
    É a  busca de nós, lapidando a prática dos asanas iniciais para chegarmos em nosso verdadeiro eu.
    Forte abraço!
    Namaskar.

    segunda-feira, 11 de junho de 2012

    Mantras


    Por: Greice Costa

    Afinal, para que servem os mantras?
    É possível que você já tenha entrado em contato com um mantra antes mesmo de fazer um asana. Em muitas aulas de Yoga, há a invocação de certos mantras em homenagem à prática ou ao guru - como nas aulas de Iyengar. Mas você sabe por que entoamos os mantras? Pedro Kupfer dá a idéia básica:

    Para que servem os mantras?
    A palavra mantra significa em sânscrito "instrumento para o pensamento [adequado]" ( man = pensamento, mente; tra = instrumento). Basicamente, um mantra é um som que tem um significado e tem como objetivo lembrar algo importante para o praticante. Esse som pode consistir em um monossílabo, como o mantra Om, uma frase curta, como Om Gam Ganapataye namah ("eu saúdo Ganesha, o deus-elefante"), ou uma estrofe de 24 sílabas, como é o caso do Gayatri mantra. O mantra pessoal é prescrito tradicionalmente por um mestre, em função da necessidade do praticante.

    Como podemos usar os mantras na prática? Por exemplo, quantas vezes podemos entoá-lo?
    Tradicionalmente, um número razoável de repetições é 108. Para um mantra polissilábico como o Gayatri, por exemplo, isso significa uns 20 minutos por prática. No entanto, há práticas como o purashcharana, em que se fazem 1000 repetições diárias até completar 2.400.000 ao cabo de sete anos. Isso totaliza 100.000 repetições por cada uma das 24 sílabas do mantra.
    Outra maneira de usar os mantras é associar a sua repetição mental com a respiração, como no caso do ajapa japa, técnica que consiste em acompanhar a observação da respiração com a mentalização do mantra so'ham.

    O que precisamos fazer para entoá-lo (ficar no silêncio, fazer mentalizações, etc)?
    O Kularnava Tantra nos ensina que há três formas de fazer um mantra: mentalmente, murmurando, e em voz alta. Dessas maneiras, considera-se que o mantra murmurado seja mais poderoso que aquele feito em voz alta, e que o mantra feito mentalmente seja mais eficiente que o murmurado. No entanto, a mesma escritura nos aconselha a mudarmos de técnica quando percebermos que estamos perdendo a concentração ou quando estamos nos distraindo, passando da repetição mental para a verbalização em voz alta ou vice-versa. É possível também associar o mantra com um yantra, um símbolo. Por exemplo, ao gayatri mantra corresponde o yantra do mesmo nome, que pode ser visualizado mantendo-se os olhos fechados ou focalizado com eles abertos durante a meditação.

    Quais são os efeitos do mantra?
    Os mantras têm a capacidade de servir como foco para que a mente se concentre. Ela tem a sua própria agenda e difícilmente pode ser controlada. Se você percebe essa dificuldade na sua meditação, significa que sua mente é totalmente normal. Respire aliviado, pois isso acontece com todo o mundo. Seu trabalho durante o mantra consiste justamente em trazer incessantemente a mente de volta para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como conseqüência o aquietamento da mente. Essa paz mental não é um fim em si mesmo, mas um meio para conseguir o discernimento, para preparar-se para a libertação, moksha. Muito embora os mantras possam ser usados para relaxar, combater a ansiedade ou o estresse, esse fim não deve ser esquecido.

    Como funcionam?
    Conhecer o significado do seu mantra, se você tem um, é fundamental. Tem pessoas que afirmam que os mantras não têm significado, ou que saber o que o mantra quer dizer não é importante, para afastar a desconfiança dos cristãos, ou para apresentar a prática da meditação sobre eles como algo "científico". Se o mantra foi especialmente escolhido para você, como é que ele não tem significado? Como posso confiar na eficiência desse mantra ou nas boas intenções de tais professores? O Rudrayamala , um texto antigo de Yoga, diz: "Os mantras feitos sem a correspondente ideação são apenas um par de letras mecanicamente pronunciadas. Não produzirão nenhum fruto, mesmo se repetidas um bilhão de vezes." Mantras sem significado não funcionam. Todo mantra sânscrito significa alguma coisa ou aponta para algum aspecto da realidade, adequada como tema de reflexão para cada praticante.

    E por que cantá-los em sânscrito?
    Na tradição hindu, os mantras são considerados Shruti, revelação. Isso significa que esses sons não foram criados por um autor humano, mas percebidos em estado de meditação pelos sábios da antigüidade, chamados rishis. Esses sons descrevem as diferentes revelações que estes sábios tiveram, e servem como indicadores para orientar os humanos em direção ao autoconhecimento. Por exemplo, os mahavakyas, as grandes afirmações da tradição dizem: aham Brahma'smi, "eu sou a Consciência do universo", tat tvam asi, "tu és Isso (Brahman)", etc.
    A língua sânscrita é considerada uma língua revelada, portanto sagrada, assim como o aramaico, o hebraico ou o latim o são para a religião judaico-cristã. Como língua, o sânscrito tem a virtude de conseguir comunicar nuanças de significados muito sutis, e sua vibração sonora produz efeitos não somente na mente mas também, por ressonância, nos corpos energético e material.
    #Matéria publicada originalmente na YJ #5 - http://yogajournal.terra.com.br/

    terça-feira, 27 de março de 2012

    7/15 – Alegria, alegria

    Um dos objetivos do yoga é conseguir cessar o fluxo continuo de pensamentos, que faz com que percamos o foco do que realmente é importante. “Quando atingimos esse estado, é possível sentir durante alguns segundos uma indescritível sensação de felicidade”, constata a professora paulista Ana Borella. “É um estado de contentamento que não depende de fatores externos ou de outra pessoa e está intimamente relacionado com a paz interior e com a alegria do praticante.”

    Bons Fluidos – maio/2009

    Gosto muito de contar o que aconteceu e acontece comigo, acho que o que mais vale é a experiência, seus momentos, sua “experimentação”...
    Quando comecei a praticar yoga em um clube aqui de Pinda, não conseguia ir a noite e então optei por fazer de manhazinha, as 6:30h da manhã....Isto mesmo: as 6:30 da “matina”.
    Eu acordava meio preguiçosa, deixava tudo arrumado e saía 6:10h de casa (interior né?!?) chegava na aula, ainda um pouco preguiçosa mas cheia de boa vontade.
    Lá estava a Professora Débora Rey, hoje minha amiga super poderosa, e mais “meia dúzia de gato pingado” presentes – uns quatro ou cinco alunos, tah, as vezes três só...rsrs – A hora não ajudava muito, mas ainda acho o melhor horário.
    Praticava sob a batuta maravilhosa da Deh, contava uns mantras e ia direto para o trabalho...com uma alegria no coração que não me deixava parar de cantar os mantras ou outro tipo de canção enquanto me dirigia para o trabalho.
    E, sabem? Achava que era alegria de estar fazendo algo por mim, alegria de estar praticando yoga, conseguindo abrir este espaço pra minha pessoa...afinal: eu havia me achado e estava cuidado de mim.

    Hoje entendo, não eram só estes os motivos essenciais, mas, era o efeito contentamento da pratica, nestes momentos consigo cessar o fluxo de pensamentos e sentimentos externos e é tão bom estar em minha companhia, é tão bom se conscientizar que posso separar o joio do trigo e melhor ainda: O TRIGO, neste caso, FICA DENTRO DA GENTE!

    Também tenho que registrar aqui que já pratiquei em alguns workshops com a Professora Ana Borella que fala acima no comentário – a ela muito respeito, consideração e gratidão.

    Com o tempo e pratica você passa a saber, a ter certeza, que a felicidade está dentro mesmo – não é força de expressão.
    “Yoga é a chave de ouro com a qual destrancamos a porta para a paz, tranquilidade, e alegria.” B.K.S. Iyengar
    E a alegria continua...e ainda vicia, muito bom!
    Vamos praticar?
    Forte abraço.
    Namaskar.

    quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

    3/15 – Quilos a menos na balança

    As modalidades que mais mandam quilos extras embora são a power yoga – técnica que combina seqüências de posturas aleatórias com respiração dinâmica – e a ashtanga vinyasa yoga, séries fixas de movimentos com graus progressivos de dificuldade. “Em aulas intensas, é possível perder até 600 calorias”, contabiliza Júlio Fernandez, da escola de yoga Shiva Point. Ambas são ainda eficientes para trabalhar a capacidade respiratória em favor do emagrecimento. O controle da inspiração e da expiração do ar ajuda diminuir a ansiedade e, por tabela, o desejo de comer.
    Bons Fluidos – maio/2009

    Power Yoga é uma técnica vigorosa e agradável, uma combinação única de movimentos fortes e fluidos, acoplados a uma respiração dinâmica. A prática é tridimensional, pois trabalhamos o corpo, a respiração e a consciência. http://www.arunayoga.com.br/

    Ashtanga vinyasa yoga é uma forma antiga e tradicional de yoga. Se diferencia das demais técnicas por ter uma seqüência fixa de movimentos que devem ser executados de maneira bastante dinâmica. É uma técnica que purifica o sistema nervoso, levando o praticante a redescobrir, gradualmente, o próprio potencial físico e psicológico. http://www.centrovidya.com.br/







    Iyengar Yoga não foi citado neste item, também é intenso dependendo da aula e do objetivo, por exemplo, uma aula focada nas posturas em pé – que são essenciais para o aprendizado básico desta modalidade – é tão intensa no foco do alinhamento e ações internas nas articulações e músculos, que o suor é gerado, a concentração é intensa e o resultado extremamente satisfatório, resultando em um Savasana realizador.http://papodeyoga.blogspot.com/2010/09/o-que-e-o-yoga-e-iyengar-yoga.html

    Em todas as linhas de yoga a ansiedade é tratada, principalmente, através dos Pranayamas e dos Asanas, o controle da inspiração e expiração é o “carro chefe” deste tratamento e já é sabido que a ansiedade é uma das principais causas de obesidade e compulsão alimentar.

    Outra movimento yogue que ajuda nesta questão de emagrecimento é a prática diária de Surya Namaskar – Saudação ao Sol, além da transformação pessoal esperada e certeira, esta prática traz uma harmonia corporal muito eficiente,

    A saudação deve ser executada com respeito, devoção e admiração, de preferência ao nascer do Sol (mas pode ser no seu momento de despertar ), com o objetivo de realizar 12 ciclos, começando com o numero que for melhor, dependendo de sua capacidade e resistência, e ainda, podendo dobrar o numero do objetivo – se assim preferir.

    Surpreendente não?!?!
    Forte abraço!
    Namaskar_/\_

    quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

    1/15 - Músculos fortes

    Muita gente ainda acredita que o yoga é apenas uma técnica de relaxamento. Nada disso. Ela movimenta cada pedacinho do corpo. E, por isso mesmo, está presente na grade de aulas de muitas academias no país. Seu grande apelo é fortalecer e alongar os músculos, beneficiando o corpo como um todo – o que geralmente não ocorre em modalidades como a musculação, principalmente quando esta é feita de maneira exagerada. Além de forte, com o yoga, o físico fica harmonioso, flexível e equilibrado.
    Bons Fluidos – maio/2009

    Quando comecei a praticar muitos amigos diziam que eu estava emagrecendo, que meu corpo estava mais bonito e etc...Mas, como?!?! Pensava eu... Yoga não emagrece, um exercício “leve” e gostoso, saio quase levitando da aula...e ainda: não via diferença nos números da balança (ainda), e as pessoas insistindo nisto.
    O que acontecia: meu corpo estava se organizando, postura dele entrando no lugar, massa corporal tomando lugar de gordurinhas e músculos mais fortes.
    Eu mais forte! Por dentro e por fora .
    Músculos fortes com o yoga é real, ainda que lentamente e ainda que sua linha (Iyengar, Vinyasa, Power, Ashtanga, Hatha Tradicional, Kundalini, Hatha Vinyasa, etc) não seja das mais intensas, fisicamente falando.
    Mas sobre este motivo apenas tenho a dizer que o músculo que mais se fortaleceu dentre de mim até hoje com a pratica do yoga foi o músculo (involuntário) do coração. E o fortalecimento continua, crescente e cosntante.
    Forte abraço!
    Namaskar _/\_

    terça-feira, 26 de julho de 2011

    Voltemos então...

    Queridos,


    Estamos de volta as práticas de yoga nesta quarta-feira (27/07/11)...iupiii!
    Saudades de verdade...
    O horário: normal como antes, as 20:30h na quarta e as 19:30h na sexta.
    Espero vcs com alegria e disposição.


    A prática traz a perfeição- Por: Kate Holcombe
    Para conseguir e manter-se estável em um estado de Yoga, ou concentração focada (citta vrtti nirodhah), esforce-se para dar força à sua base pela prática

    Yoga Sutra I.13
    No Yoga Sutra I.13, Patañjali nos diz que alcançar um estado de Yoga, ou citta vrtti nirodhah, requer certos esforços, e mais esforço ainda para manter esse estado.
    Especificamente, Patañjali diz que precisamos nos comprometer em fazer os esforços necessários para apoiar nossa prática. Mesmo que isso signifique acordar cedo para praticar, renunciar a um programa de TV de que goste para dormir cedo ou priorizar o tempo para nós mesmos e nossa prática, é apenas pelo esforço contínuo e pelo desejo de nutrir nossa prática que podemos alcançar o estado de Yoga.
    Kate Holcombe é fundadora e codiretora da Fundação Healing Yoga em San Francisco, EUA. Seus ensinamentos aplicam o Yoga Sutra de Patañjali ao dia a dia. http://yogajournal.terra.com.br/

    Forte abraço!
    Namaskar.

    Paula Pereira
    (12) 9171-4493
    http://papodeyoga.blogspot.com/
    Nalini Yoga - Yoga no Centro Comunitário - Bairro São Judas - Pindamonhangaba/SP
    Horários: qua - 20:30 * sexta - 19:30
    AGENDE SUA AULA EXPERIMENTAL
    B.K.S. Iyengar: ‘Palavras não são suficientes para expressar o valor do Yoga – ele tem que ser experimentado.’