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quarta-feira, 11 de março de 2015

Trecho da entrevista de Gloria Arieira na YJ, ano de 2012*******Autoconhecimento/Vedanta e Yoga

(...)
Qual seria o maior obstáculo para uma pessoa interessada no autoconhecimento e como superá-lo? (Jonas Masetti)
(Glória) O primeiro obstáculo é não discernir o que você está buscando.
Fora isso, um obstáculo é a prática de dispersão da mente, porque a nossa sociedade leva a nos distrair muito, e temos pouca paciência. Essa mente que se distrai e quer tudo rápido é um obstáculo para o momento presente.
Temos de ter paciência e viver o presente tal como ele é. Os obstáculos estão na mente. Na época em que comecei, esse conhecimento quase não era disponível. Agora é, mas não temos tempo nem espaço na mente para isso.

Qual a relação entre os vedas, o vedanta e a pratica de Yoga(asanas/posturas)? (Jonas Masetti)
Onde o Yoga e o Vedanta se encontram? (Marcio Assumpção e Rosangela Bassoli)
(Glória) Yoga e Vedanta estão nos Vedas.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Efeito das asanas - Livro: A luz da yoga, BKS Iyengar

A prática errônea causa desconforto e incomodo em poucos dias. Isso basta para mostrar que você está no caminho errado. Se você não descobrir o erro sozinho, é melhor consultar uma pessoa experiente.
O método certo de executar as asanas traz leveza e ótima disposição tanto para o corpo como para a mente e uma sensação de união do corpo, da mente e da alma.
A prática contínua afetará profundamente o praticante. Vai levá-lo a se disciplinar quanto à alimentação, ao sexo, à higiene e ao caráter; torna-se-á uma nova pessoa.

domingo, 19 de maio de 2013

Parivrtta Trikonasa(Postura do triangulo torcido) - Light on Yoga - B.K.S.Iyengar


Parivrtta significa girar, dar a volta ou para trás. Trikona é um triângulo. Esta é a postura do triângulo torcido. É uma das variantes de Utthita Trikonasana.
Técnica
1 - Fique em Tadasana. Tome uma inspiração profunda e com um salto afaste as pernas lateralmente 1 a 1 1/2 metro. Levante os braços para o lado, em linha com os ombros, as palmas das mãos viradas para baixo.
2 - Gire o pé direito em 90 graus para a direita. Gire o pé esquerdo 60 graus para a direita, mantendo o pé esquerdo esticado e comprima o joelho.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Simples assim

Estava lendo agora no blog Tree of Yoga , em resumo, sobre simplicidade.
Porque estamos sempre atrás de diversificar ao extremo? porque estamos sempre atrás de variar o tempo todo?
Não chegamos nem na metade da maestria de algo e já queremos mudar, o mundo pede que variemos e que nos tornemos extravagantes, sempre mais e mais.
No texto ela conta sobre um cavalo que ganhou na infancia e que este não gostava que ela treinasse variavelmente, porem a escritora (yogini) conta que queria treinar e treinar sempre o melhor, saltos mirabolantes, se preocupava mais em chegar a uma equitação perfeita do que estar com seu cavalo, presente, conclusão: em um treino, aconteceu uma queda e com isto teve que voltar no inicio de tudo, na conquista ao seu animal para reiniciar.
Com este texto (curto e sucinto) entendi ainda mais as praica de Iyengar, quando estamos sempre lapidando os asanas básicos, sempre treinando "muito do mesmo".

Reproduzo aqui o mais importante do texto, e da lição aprendida, que li hoje:
O melhor yoga que eu faço é o mais simples. As posturas que eu aprendi quando comecei a minha prática. Com a prática vem a clareza e a remoção das camadas de tinta antiga para encontrar o verdadeiro brilho da madeira por baixo. Trikonasana feito com integridade, espaço, silêncio e respiração é uma das coisas mais doces que eu sei. É tão simples você mergulhar para encontrar camada por camada de solo rico. Tudo isso leva ao mesmo lugar - a verdade de quem você é.

As vezes me sinto repetitiva em minhas práticas, tento até diversificar iniciando praticas de outros asanas e até paranyamas, mas quando retorno ao asanas básicos, vejo que preciso remover muitas camadas ainda, o brilho ainda está escondido - e as vezes aparece :).
É a  busca de nós, lapidando a prática dos asanas iniciais para chegarmos em nosso verdadeiro eu.
Forte abraço!
Namaskar.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

5/15 – Integração total

 Segundo a tradição do yoga, possuímos sete pontos de energia ao longo do corpo, conhecidos como chacras. Eles se relacionam aos órgãos vitais, regem as emoções e ainda fazem o elo com o mundo sutil. “Enfraquecidos ou muito estimulados, podem trazer problemas emocionais ou até mesmo doenças”, explica Maruá Paece, Núcleo de Yoga Ganesha, em São Paulo. “Porém, se forem mantidos em equilíbrio por meio da prática de posturas especificas, são eficientes na integração do corpo, da mente e do espírito.”
Bons Fluidos – maio/2009
Queridos,
Demorei para postar novamente, porque gostaria de "dar uma aula" sobre os centros de energia conforme a filosofia yogue - os Chacras; mas, não me sinto instruida o sufciente e segura para falar sobre eles no momento. Sendo assim deixo aqui um texto do nosso Guruji Iyengar sobre estes centros de energia:

Chakras by Iyengar

“Somos feitos pelos sistemas respiratório, circulatório, digestivo, nervoso, glandular e genital-excretor. Cada um deles depende dos demais para que execute funções rítmicas saudáveis.

As secreções do sistema hormonal são consideradas um fator essencial para a tranqüilidade da mente.

O lar de todos esses sistemas é a coluna vertebral.

A coluna, seus músculos, nervos e seu fluido mantêm todos os sistemas funcionando de acordo. A ciência da yoga preserva a saúde dos ramos da coluna, como fibras, tendões, células, nervos, sentidos, inteligência mental, ego e consciência.

Redes de plexos e glândulas endócrinas situam-se em contato com a coluna e podem tanto provocar distúrbios de saúde como equilíbrio mental.

A seu modo, os iogues estudaram o corpo humano, principalmente a coluna e por meio de sua capacidade intuitiva, estudaram os centros energéticos na medula espinhal, chamando-os de chacras.

Os chacras estão ocultos no âmago do canal espinhal, que dizem ser mais fino do que um fio de cabelo e têm acesso a todo o funcionamento do corpo.

Estando este cordão exatamente no centro do corpo, os iogues o chamaram de nervo central.

Portanto, o nervo central representa o sistema nervoso central da medicina moderna.

Para conhecer as funções dos plexos, glândulas ou chacras, é preciso ter conhecimento a respeito desse sistema nervoso central.”
fonte:http: //yogaecompanhia.blogspot.com/2010/12/chakras-by-iyengar.html 


Chacras em sanscrito siginifica roda, neste caso centros de energias que são estimulados e equilibrados através da prática de asanas, pranayamas e meditação, entre outras.

É sabido que somos formados de muitos pontos de energia, porém os chacras em questão aqui são os sete principais (cada qual com seu respectivo nome, caracteristica e funçao) estudados não só pela Filosofia Yogue, mas tbém pelos chineses e outras culturas Orientais.
Fico com o compromisso de detalhar este assunto em um futuro próximo.
Forte abraço!
Namaskar :)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Vulnerabilidade


"Quando se sentir vulnerável ou precisar resolver questões importantes, dobre-se na postura da criança (Balasana) até se sentir mais calmo. Acredita-se que essa postura recria a lembrança reconfortante do útero." http://yogajournal.terra.com.br/

Forte abraço!
Namastê. :)